segunda-feira, 2 de outubro de 2017

É POSSÍVEL GANHAR DINHEIRO NA INTERNET SEM SAIR DE CASA - Sergio Tadeu

 FANTÁSTICO!
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quinta-feira, 25 de maio de 2017

A Noiva

 A Noiva
A Noiva


Numa época em que o meio de transporte mais usado ainda eram as locomotivas, um casal de jovens se conheceram e se apaixonaram com grande ternura. Porém existia uma diferença entre eles: o rapaz era pobre e lutava com esforço para sobreviver; a moça era rica e cheia de bens materiais. Seu
pai era fazendeiro muito rico e dono de várias terras. 

Um certo dia o rapaz disse à sua amada:
— Preciso viajar. Vou até aquela cidade que tantos falam que faz muita gente prosperar. Sei que certamente irei conquistar nosso futuro lá. A moça se entristeceu em seu semblante às vistas do rapaz. Ele esboçou um sorriso e abriu a palma da mão esquerda. Os olhos da jovem brilharam ao ver uma grossa e vistosa aliança de noivado.

— Lutei muito para comprar este anel para te dar. Sei que assim não você não irá se esquecer de mim e vai saber que não te esqueci. — Não vou te esquecer — falou a moça. Ele sorriu novamente, esperançoso. Falou: — Irei para aquela cidade e logo que me firmar lá mandarei um telegrama escrito onde estou e que podes viajar para lá e me encontrar. — Ficarei esperando ansiosamente o telegrama — ela disse. Seis meses se passaram. Os dois se comunicavam apenas através de cartas. A moça continuava sua vida de luxo ao lado de sua família, enquanto o jovem lutava na cidade grande, empregado numa metalúrgica, buscando uma vida melhor para um futuro casamento. 

Até que um dia ele foi promovido por sua competência e incessante busca por aprimoramento no trabalho. Seu patrão lhe disse: — Não posso mais deixar você onde está, pois merece estar num cargo
mais elevado. — então o colocou como supervisor da fábrica e mais tarde o escolheu para viajar à outra cidade para implantar nova fábrica. A notícia transformou-o no homem mais feliz do mundo. Enfim chamaria sua amada.

Após os últimos acertos para a viagem de inauguração, o rapaz escreveu o telegrama para sua noiva na cidade pequena: Minha querida,estou escrevendo para pedir-lhe que venha o mais rápido possível. Fui promovido para gerente de uma nova loja que iremos inaugurar depois de amanhã. Sei que há um trem saindo amanhã de manhã da cidade. Tem que pegar este, pois só assim dará tempo de chegarmos juntos ao local da inauguração. 

Estou louco para tê-la ao meu lado para, enfim, casarmo-nos. Com o telegrama nas suas mãos, ela leu ainda as últimas linhas onde constava o endereço dele. Ela sorriu e chamou suas criadas para ajuda-la a arrumar suas malas.

Na manhã seguinte se despediu do seu pai e de sua mãe, esta, em prantos, disse: — Você tem certeza de que quer ir, mesmo, minha filha? Não sabe se realmente ele conseguiu uma vida melhor pra você. E se ele estiver mentindo? — Tenho que confiar nele, mamãe.

Após o capataz ter colocado toda a bagagem da moça (ao todo nove malas grandes e repletas de roupas e jóias de valor) sobre a carruagem o pai deu-lhe ordem para leva-la até a estação. Chegaram lá atrasados, e quase não acreditaram quando viram tanta gente na estação para pegar aquele trem. Por que não reservei as passagens? Resmungou ela consigo mesmo. Os senhores fardados com o uniforme da companhia estação anunciaram em voz alta que dentro de poucos instantes o trem estaria partindo.

— Depressa! — urrou ela para o empregado — Temos que colocar as bagagens no trem antes que ele parta! Com todo esforço de capataz fiel, o homem que a acompanhava baixou toda a bagagem da filha do seu patrão e as colocou próximo ao trem. Já coberto pelo suor e exausto ele chamou um dos homens fardados que conferiam as passagens daqueles que subiam no trem. 

Quando o homem fitou a quantidade de bagagem que a jovem trazia ele abanou a cabeça negativamente. Falou a ela: — Será impossível subir no trem com toda esta bagagem, senhorita. Sinto dizer que terá de levar apenas duas destas. — O quê. Não pode ser, meu senhor…
— Infelizmente pode. Há muitos passageiros hoje e também muitas bagagens, a ponto de impormos uma cota de duas malas por pessoa, apenas. Por isso, se quiser viajar neste trem terá que levar apenas duas malas. A moça olhou para toda a sua bagagem e pensou em toda as roupas e jóias que continham nelas. 

Lembrou do que a mãe lhe dissera: Não sabe se realmente ele conseguiu uma vida melhor pra você. E se ele estiver mentindo? Ela estava preparada se ele estivesse mentindo. Estaria levando jóias e roupas que venderia se fosse o caso, mas agora, com apenas duas malas… Não seria suficiente. 

Os homens uniformizados gritaram a última chamada. O trem já iria partir. A jovem então deu a ordem para o capataz: — Pegue as malas e coloque-as de volta na carruagem. Eu… eu vou
ficar. No dia seguinte um telegrama chegou às mãos da moça. Estava escrito: Minha querida,estou escrevendo para pedir-lhe que não me procure mais. Meu amigo que recolhe passagens me disse que você preferiu ficar com suas bagagens a ter de me encontrar sem elas. Não o culpe nem o chame de fofoqueiro, pois fui eu mesmo que pedi para que ele inventasse a história da cota das bagagens. Queria ter certeza de que me amava de fato e verdade mais do que as riquezas desta vida a que estava tão acostumada. Infelizmente pude ter a comprovação de que não. Adeus.

No ano seguinte um jornal local publicou a foto daquele jovem sendo considerado um dos homens mais influentes do país, e ainda trazia o anunciado de que se casaria com a filha do dono da empresa que dirigia. Jesus fala que não devemos ter amor às coisas deste mundo nem nos conformar com elas (Jo 12:25 e Rm 12:2) (bagagens), mas devemos segui-lo, ir após Ele (Lc 9:23), pois Ele não nos deixará órfãos (Jo 14:18) ou sem destino certo (Jo 14:6). Ele cuidará de nós e nos sustentará. Não ame mais as bagagens deste mundo do que o Noivo. O trem já está prestes a partir. O que você irá escolher?

Porque nada trouxe para este mundo, e nada podemos daqui levar;
(I Tm 6:7)

Obrigado por ler...
Receba o meu caloroso abraço
Atenciosamente,
Antonio Melo.

Escrever na Areia

 Escrever na areia, conto evangélico, Antonio Melo

Certa feita, dois amigos, Mussa e Nagib, viajavam pelas estradas que recortam as tristes e sombrias montanhas da Pérsia. Eram nobres e ricos e andavam acompanhados por seus servos e ajudantes. Certa manhã, chegaram as margens de um grande rio barrento e impetuoso. Para que continuassem o
caminho, era preciso transpor a corrente ameaçadora. Porém, ao saltar de uma pedra, Mussa foi infeliz e caiu no torvelinho espumante das águas em revolta. Teria ali perecido, arrastado para o abismo, se não fosse Nagib. Este, sem a menor hesitação, atirou-se à correnteza, livrando da morte seu companheiro de jornada.

Mussa, já sob uma coberta quente e confortável, ordenou que o mais hábil de seus servos gravasse na face lisa de uma pedra, que ali se erguia, esta legenda admirável. O servo gravou:

"VIAJANTE, NESTE LUGAR COM RISCO DA PRÓPRIA VIDA, NAGIB
SALVOU HEROICAMENTE SEU AMIGO MUSSA".

Feito isso, prosseguiram com suas caravanas pelos caminhos do Oriente. Cinco meses depois, durante a viajem de regresso, encontravam-se os dois amigos naquele mesmo lugar perigoso e trágico. E, como estavam fatigados resolveram repousar à sombra acolhedora da pedra que ostentava a honrosa inscrição feita por Mussa.

Já acomodados na areia clara, começaram a conversar, e, eis que por motivo fútil, surgiu de repente grave desavença entre os dois companheiros. Discordaram. Discutiram. E então Nagib exaltado em um ímpeto de grande cólera esbofeteou brutalmente o amigo. Mussa, sem dizer palavra alguma, não revidou a ofensa. Ergueu-se e tomando tranqüilo o seu bastão andou até a margem do grande rio. Ali
escreveu na areia, ao pé do negro rochedo:

"VIAJANTE, NESTE LUGAR POR MOTIVO FÚTIL, NAGIB INJURIOU
GRAVEMENTE SEU AMIGOMUSSA".

Surpreendido com o estranho ato, um dos ajudantes de Mussa observou respeitosamente: — Senhor, da primeira vez, para exaltar a coragem de Nagib, mandaste gravar na pedra o feito heróico. E agora que ele acaba de ofendê-lo tão gravemente, o senhor limita-se a escrever na areia incerta o ato de covardia. — acrescentou mais: — A primeira legenda ficará para sempre. Todos os que transitarem por este sítio, dela terão notícia. Esta outra porém, riscada na areia, antes do cair da tarde terá desaparecido! Mussa fitou o humilde servo e esclareceu:

— A razão é simples. O beneficio que recebi de Nagib permanecerá para sempre em meu coração. Mas a injúria... essa negra injúria... escrevo na areia, com o voto de que ela desapareça rapidamente não só do local onde a registrei mas também das minhas lembranças.

Meu amigo, ai está a grande verdade. Aprenda a gravar na pedra os favores que você recebe, os benefícios que lhe fazem, as palavras de carinho, simpatia e outras tantas que ouvir. Porém aprenda a escrever na areia as injurias, as ingratidões, as ironias que lhe ferirem a vida. Só dessa maneira
serás feliz.

"Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós;" Mateus 6:14.

Obrigado por ler este texto.
Receba o meu caloroso abraço!
Atenciosamente,
Antonio Melo.

Paixão, Sexo… e Morte

 Paixão, Sexo... e Morte

Começou na praia numa tarde quente em meados de janeiro. Ele nunca conseguiu entender como tudo aconteceu, mas nunca esqueceu a emoção que sentiu quando viu aquela garota.

Ao pensar em tudo que tinha passado, aquilo não fazia sentido. Ele era um homem estável, com esposa, filhos, dinheiro... enfim... tudo. Mas, na vida dele faltava alguma coisa. Talvez fosse aventura, perigo ou uma experiência arriscada. Ele não sabia com certeza. Porém, cara a cara com ela na barraca de sorvetes, ele achou que ela poderia dar o que ele estava precisando.

Ela tinha a metade da idade dele e nunca o amaria. Mas não importava. Ele estava cansadíssimo de assistir às novelas em que outros homens viviam os sonhos sexuais dele. Agora, era sua vez. Naquele momento, nada mais importava, só a realização de suas fantasias. O primeiro mês com ela foi um mês de paixão. Ele nunca tinha sentido prazer tão forte. Sabia que ele estava errado, mas seus sentimentos apagavam qualquer sentido de moralidade ou culpa. Durante aquele mês, o sexo foi sua
vida. Todo o tempo, em todos os lugares, ele imaginava os dois juntos no quarto, beijando-se e amando-se.

O segundo mês foi um mês de perplexidade. A paixão não era tão intensa. Ele se sentia inseguro com ela porque pensava que ela estava rindo dele por causa da sua idade. O sexo tornou-se cada vez mais algo mecânico. E quanto mais ele se esforçava para recuperar a paixão do início, mais ele ficava frustrado.

O terceiro mês foi um mês de desilusão. Perdeu sua amante. Perdeu sua esposa. Perdeu seus filhos. A esposa dele descobriu tudo logo depois que o caso tinha começado e foi direto para um advogado. Seus filhos, assistindo seu pai interpretar o papel de palhaço duma maneira tão convincente, nem
queriam mais falar com ele.

O sonho virou um pesadelo. Ele estava numa rua sem volta e foi isso que o assustou mais. Apesar de ter estado junto dela por um período tão curto, sua vida tinha mudado para sempre. Ele não podia voltar para sua esposa, ainda que ela o deixasse voltar. Seus filhos, também, perderam a importância que tinham em sua vida. Ele os amava, mas aquela ligação especial entre pai e filhos tinha sumido. 

Agora, ele vivia para seus sentimentos, emoções e prazer. Sabia que não traria uma felicidade duradoura, mas esta força dentro dele era incontrolável. Ele mudou-se para um apartamento, numa parte chique da cidade. Andava num carro importado (usado, mas em boa condição). Usava roupas
de homem vinte anos mais novo. E até fez uma cirurgia plástica. As noites ele passava nos bares, brincando com as meninas, tentando reviver aquelas semanas na praia onde tudo tinha começado. 

Ele até arranjou uma garota com quem viveu por alguns anos. Mas no fim, não deu certo e a mandou embora. Ele morreu seu apartamento --sozinho--numa tarde quente nos meados de janeiro. 
meados de janeiro.

No momento da morte todo mundo pensa em religião. Ele também. Ele também se lembrava do aviso de um amigo que lhe dizia: — Escute bem rapaz, você não pode brincar com Deus! Há perdão para
você também, mas aquele perdão não tem valor até que você pare de jogar lama na cara de Cristo.

 Cristo. Não dá para dizer: "Me perdoa, Jesus" e voltar a pecar. Ele quer ser seu Salvador e também seu Senhor. Cara, estou te dizendo, se você continuar assim, vai chegar um dia que você vai estar tão confuso que nem vai querer o que Jesus lhe oferece.

E aconteceu como seu amigo falou. Por alguns momentos ele pensou "naquelas coisas" que aprendeu na igreja. Mas, logo sua mente esvaziou-se. 
Toda sua vida ele dizia:

— O verdadeiro homem vive, não ora.

De acordo com o jeito que vivia, ele morreu, sem orar. Nos fundos internais da eternidade veio a gargalhada sinistra. O grande engano funcionou mais uma vez! A satisfação sexual está intimamente relacionada com a fé religiosa. Com admirável frequência, notamos que, quanto maior a intensidade das convicções religiosas de uma mulher, mais probabilidades há de ela satisfazer-se sexualmente no casamento.

Robert J. Levin na revista norte-americana Redbook

Porque existe tanta imoralidade, cada homem deve ter a sua própria esposa, e cada mulher, o seu próprio marido. O homem deve cumprir o seu dever como marido, e a mulher também deve cumprir o seu dever como esposa. A esposa não é dona do seu próprio corpo, pois ele pertence ao marido. Assim também o marido não é dono do seu próprio corpo, pois este pertence à esposa. Que os dois não se neguem um ao outro...

A Bíblia - 1 Coríntios 7.2 a 4.

Obrigado por ler esse texto.
Um caloroso abraço!
Atenciosamente,
Antonio Melo.

CACHORRO À VENDA - Um exemplo de amor.

 Cachorro a venda, uma história de amor e compreensão para reflexão.

Um menino pergunta o preço dos filhotes à venda. 

- "Entre 30 e 50 dólares", respondeu o dono da loja. O menino puxou uns trocados do bolso e disse:
- "Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes?" O dono da loja sorriu e chamou "Lady", que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pelo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível. Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou:
- "O que é que há com ele?"

O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, e que sempre mancaria e andaria devagar. O menino se animou e disse:
-"Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!" O dono da loja respondeu: - "Não, ele, eu lhe dou de presente!"

O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse: - "Eu não quero que você o de para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 centavos por mês, até completar o preço total”.

O dono da loja contestou: - "Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos!"

Ai, o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar.

Olhou bem para o dono da loja e respondeu: - "Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso."

Muitas vezes desprezamos as pessoas com as quais convivemos diariamente, simplesmente por causa dos seus "defeitos", quando na verdade, somos tão iguais ou piores do que alguém que as compreendam e as amem não pelo que elas podem fazer, mas pelo que são.

É difícil, mas não impossível!

Que Jesus, que nos amou e nos ama incondicionalmente, derrame sobre nós hoje e sempre o verdadeiro sentido da palavra Amor.

Autor desconhecido.

* * * * * * * * * * * * * * * * *

QUE DEUS OS ABENÇOE SEMPRE!

Obrigado por ler esse texto e recebe o meu caloroso abraço.
Atenciosamente,
Antonio Melo.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Escola de Anjos, contos evangélicos.

 Escola de Anjos, contos evangélicos para nossa reflexão.

ESCOLA DE ANJOS

Era uma vez, há muitos e muitos anos, uma escola de anjos.

Conta-se que naquele tempo, antes de se tornarem anjos de verdade, os aprendizes de anjos passavam por um estágio. Durante um certo período, eles saíam em duplas para fazer o bem e no final de cada dia, apresentavam ao anjo mestre um relatório das boas ações praticadas.
Aconteceu então, um dia, que dois anjos estagiários, depois de vagarem exaustivamente por todos os cantos, regressavam frustrados por não terem podido praticar nenhum tipo de salvamento sequer. Parece que naquele dia, o mal estava de folga. Enquanto voltavam tristes, os dois se depararam com dois lavradores que seguiam por uma trilha. Neste momento, um deles, dando um grito de alegria, disse para o outro:
- Tive uma idéia. Que tal darmos o poder a estes dois lavradores por quinze minutos para ver o que eles fariam? O outro respondeu:
- Você ficou maluco? O anjo mestre não vai gostar nada disto!
Mas o primeiro retrucou:
- Que nada, acho que ele até vai gostar! Vamos fazer isto e depois contaremos para ele.
E assim o fizeram.

Tocaram suas mãos invisíveis na cabeça dos dois e se puseram a observá-los. Poucos passos adiante eles se separaram e seguiram por caminhos diferentes. Um deles, após alguns passos depois de terem se separado, viu um bando de pássaros voando em direção à sua lavoura, e passando a mão na testa suada disse:
- Por favor, meus passarinhos, não comam toda a minha plantação! Eu preciso que esta lavoura cresça e produza, pois é daí que tiro o meu sustento.
Naquele momento, ele viu espantado a lavoura crescer e ficar prontinha para ser colhida em questão de segundos. Assustado, ele esfregou os olhos e pensou: devo estar cansado e acelerou o passo.

Aconteceu que logo adiante ele caiu ao tropeçar em um pequeno porco que havia fugido do chiqueiro. Mais uma vez, esfregando a testa ele disse: você fugiu de novo meu porquinho! Mas, a culpa é minha, eu ainda vou construir um chiqueiro decente para você.
Mais uma vez espantado, ele viu o chiqueiro se transformar num local limpo e acolhedor, todo azulejado, com água corrente e o porquinho já instalado no seu compartimento.

Esfregou novamente os olhos e apressando ainda mais o passo disse mentalmente: estou muito cansado! Neste momento ele chegou em casa e, ao abrir porta, a tranca que estava pendurada caiu sobre sua cabeça. Ele então tirou o chapéu, e esfregando a cabeça disse: de novo, e o pior é
que eu não aprendo. Também, não tem me sobrado tempo. Mas ainda hei de ter dinheiro para construir uma grande casa e dar um pouco mais de conforto para minha mulher.

Naquele exato momento aconteceu o milagre. Aquela humilde casinha foi se transformando numa verdadeira mansão diante dos seus olhos. Assustadíssimo, e sem nada entender, convicto de que era
tudo decorrente do cansaço, ele se jogou numa enorme poltrona que estava na sua frente e, em segundos, estava dormindo profundamente.

Não houve tempo sequer para que ele tivesse algum sonho. Minutos depois ele ouviu alguém pedir Socorro: Compadre! Me ajude! Eu estou perdido! Ainda atordoado, sem entender muito o que estava acontecendo, ele se levantou correndo. Tinha na mente, imagens muito fortes de algo que ele não
entendia bem, mas parecia um sonho. Quando ele chegou na porta, encontrou o amigo em prantos.

Ele se lembrava que poucos minutos antes eles se despediram no caminho e estava tudo bem.
Então perguntando o que havia se passado ele ouviu a seguinte estória:
- Compadre nós nos despedimos no caminho e eu segui para minha casa, acontece que poucos passos adiante, eu vi um bando de pássaros voando e direção à minha lavoura. Este fato me deixou revoltado e eu gritei:
- Vocês de novo, atacando a minha lavoura, tomara que seque tudo e vocês morram de fome! Naquele exato momento, eu vi a lavoura secar e todos os pássaros morrerem diante dos meus olhos! Pensei comigo, devo estar cansado, e apressei o passo.

Andei um pouco mais e cai depois de tropeçar no meu porco que havia fugido do chiqueiro. Fiquei muito bravo e gritei mais uma vez: Você fugiu de novo? Por que não morre logo e pára de me dar trabalho? Compadre, não é que o porco morreu ali mesmo, na minha frente? Acreditando estar vendo coisas, andei mais depressa, e ao entrar em casa, me caiu na cabeça a tranca da porta. Naquele momento, como eu já estava mesmo era com raiva, gritei novamente: Esta casa... Caindo aos pedaços, por que não pega fogo logo e acaba com isto?... Para surpresa, minha compadre, naquele exato momento a minha casa pegou fogo, e tudo foi tão rápido que eu nada pude fazer! Mas...compadre, o que aconteceu com a sua casa?... De onde veio esta mansão?

Depois de tudo observarem, os dois anjos foram, muito assustados, contar para o anjo mestre o que havia se passado. Estavam muito apreensivos quanto ao tipo de reação que o anjo mestre teria. Mas tiveram uma grande surpresa. O anjo mestre ouviu com muita atenção o relato, parabenizou os dois pela idéia brilhante que haviam tido, e resolveu decretar que a partir daquele momento, todo ser
humano teria 15 minutos de poder ao longo da vida. Só que, ninguém jamais saberia quando estes 15 minutos de poder estariam acontecendo.

Será que os 15 minutos próximos serão os seus?
Muito cuidado com tudo o que você diz, como age e aquilo que pensa! Sua mente trabalhará para que tudo aconteça, seja bom ou ruim.

Autor desconhecido.
Muito obrigado por ler este poster, um grande abraço!
Atenciosamente,
Antonio Melo.

domingo, 21 de maio de 2017

Primeiro Batismo da Igreja AD Canaã de Macaíba, Rio Grande do Norte


Primeiro Batismo de novos convertidos da Igreja Assembleia de Deus Canaã na cidade de Macaíba, no dia 19 de dezembro de 2010. Uma tarde de domingo. O batismo foi realizado nas águas do açude de Jundiaí, na referida cidade. A noite, Culto Festivo com entrega dos Certificados aos Batizados pelo Pastor presidente, Kerginaldo da Silva, no Templo Sede da referida Igreja. 
Filmagem: Antoniran Melo - Fotos Antonio Melo.
Uma bela solenidade com a presença forte e marcante do Espírito de Deus.


sábado, 1 de abril de 2017

UM CERTO GALILEU - Pe. Zezinho

Um certo galileu, música do padre Zezinho com a quinta estrofe sobre a ressurreição do Senhor Jesus. É uma linda letra, uma linda melodia numa bela voz, para um Cristão sem preconceitos, para um Cristão sem fronteiras. Vejam!
Pe. Zezinho.